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Publicada em 09/08/18 às 09:57h - 25 visualizações
Alckmin registra candidatura no TSE e declara patrimônio de R$ 1,4 milhão

Rádio Geração 3


Valor é menor do que ele declarou em 2014, quando disputou o governo de São Paulo  (Foto: fotoi reprodução)

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) registrou na tarde desta quarta-feira (8) sua candidatura à Presidência da República na eleição deste ano. A coligação batizada como Para Unir o Brasil é composta por PSDB, pelos partidos do chamado centrão (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de PTB, PPS e SD.

Ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o tucano declarou ser dono de um patrimônio de cerca de R$ 1,4 milhão. Em 2014, quando disputou o governo de São Paulo, havia declarado um valor R$ 11,8 mil mais baixo (já corrigido pelo IPCA).

Neste ano, Alckmin declarou ter em seu nome um prédio comercial, um apartamento, uma casa, bens imóveis que não são detalhados, duas terras nuas, três aplicações VGBL num total de R$ 480,7 mil, outros R$ 33,8 mil em depósito em contas correntes no país, bens móveis, fundo de curto prazo, quotas ou quinhões de capital e ações. A declaração publicada em 2014 era mais detalhada e listava, por exemplo, cabeças de gado e ações da Petrobras.

Vice na chapa de Alckmin, a senadora Ana Amélia (PP) também apresentou requerimento de registro ao TSE. Ela declarou bens no valor total de R$ 5 milhões. O valor é R$ 1,9 milhão maior que o declarado em 2014, quando ela disputou o governo do Rio Grande do Sul.

A senadora declarou cinco apartamentos, duas lojas, duas casas, terreno, terra nua, veículo, sete depósitos bancários no país, aplicações de renda fixa e VGBL, além de bens móveis. Assim como no caso de Alckmin, a declaração de Ana Amélia é bem mais detalhada em 2014. Há por exemplo, detalhamento dos imóveis e dos bancos onde a parlamentar tem contas.

A falta de detalhamentos nas declarações deste ano se deve a uma mudança no sistema de registro de candidatura promovida pelo TSE. O tribunal retirou o item “descrição” na aba de declaração de bens. Era neste espaço em que os candidatos informavam, por exemplo modelos de veículos, endereços de imóveis e nomes de empresas de que são donos.

O PSDB informou que, feito o registro da chapa, agora aguarda o deferimento das candidaturas pela Justiça Eleitoral.

Ministros do STF aprovam reajuste dos próprios salários para 2019

Por 7 votos a 4, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (08), enviar ao Congresso Nacional proposta de aumento dos salários dos ministros da Corte , para 2019. O salário atualmente é de R$ 33,7 mil e o percentual de reajuste, de 16%.

Caso o reajuste seja aprovado no Orçamento da União, que será votado pelo Congresso, o salário dos ministros poderia chegar a R$ 39 mil, valor que provocaria efeito cascata nos salários do funcionalismo – o subsídio dos ministros é o valor máximo para pagamento de salários no serviço público.

A inclusão, que foi decidida em uma sessão administrativa, é tratada anualmente e deve ser enviada ao Ministério do Planejamento até o dia 31 deste mês para compor o Orçamento dos Três Poderes que será analisado pelo Congresso.

Votaram a favor do aumento os ministros Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, votou contra o reajuste, assim como os ministros Rosa Weber, Edson Fachin e Celso de Mello.

Sessão

Durante a sessão, os ministros Dias Toffoli e Lewandowski ressaltaram que a proposta não terá impacto financeiro nas contas públicas. Segundo os ministros, foram feitos cortes internos nas despesas para bancar os custos. De acordo com o STF, o impacto no orçamento do tribunal é de R$ 2,8 milhões.

Para defender envio da proposta, Lewandowski disse que os salários dos ministros da Corte estão defasados em 50%. O ministro também demonstrou preocupação com o “estado de penúria” dos aposentados e pensionistas do Supremo, que “não conseguem pagar plano de saúde”.

Contra o reajuste, o decano na Corte, Celso de Mello, disse que “fez uma escolha trágica” ao não enviar a proposta do Congresso. Segundo o ministro, a crise fiscal pela qual o país passa não permite o pedido de aumento.




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