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Publicada em 09/08/18 às 11:59h - 12 visualizações
TRE alerta para prazos e compartilhamento de Fake News nessas eleições

Rádio Geração 3


 (Foto: foto reprodução)

Os candidatos poderão realizar de fato a campanha e pedir votos a partir do dia 16 de agosto. Sobre as mudanças feitas nas regras de campanha eleitoral, Alexandre ressalta que os carros de som só poderão ser utilizados em atos de campanha eleitoral (carreatas, comício ou passeata). “A fiscalização pode ser feita pela justiça eleitoral e os próprios candidatos, ministério público e os eleitores por meio do aplicativo para smartphone que deve ser disponibilizado nos próximos dias e pelo telefone 144”, explica.

Na eleição de 2014, Alexandre afirma que os candidatos tiveram 90 dias para realizar a campanha e para este ano foi destinado apenas 45 dias. Além disso, as versões para rádio e televisão apenas 35 dias, ou seja, ‘os candidatos não terão tempo a perder’. Isso pode gerar força para as redes sociais, que futuramente podem até mesmo assumir o lugar das campanhas em televisão e rádio.

O e-título, aplicativo direcionado a substituir a documentação de papel pela virtual, caso o eleitor já tenha feito o cadastramento biométrico, assim podendo usá-lo no dia da votação. As Fake News é a grande preocupação para essas eleições,  segundo Alexandre, até mesmo compartilhar uma pesquisa que talvez não tenha registro no TRE ou TSE, pode representar a divulgação de dados falsos.

Já o voto em trânsito pode ocorrer nos dois turnos,  e os eleitores que estarão fora do domicílio eleitoral em outubro podem se cadastrar para votar em trânsito até 23 de agosto. O voto em trânsito pode ocorrer no primeiro, no segundo ou nos dois turnos, nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores. Para votar em trânsito, o eleitor tem que fazer a habilitação em um cartório eleitoral, indicando o local em que estará na data das eleições.


Com 63.880 vítimas em 2017, Brasil bate recorde histórico de mortes violentas

                            

 O Brasil atingiu em 2017 o maior número de mortes violentas intencionais, como homicídios e latrocínios, da sua história. Foram 63.880 vítimas, o equivalente a 175 por dia, 7 por hora. Os dados foram revelados nesta quinta-feira (9/8) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em São Paulo.

A taxa de mortes por 100 mil habitantes atingiu a marca de 30,8. O ano de 2017 foi marcado por brigas entre facções criminosas que causaram, já no primeiro dia do ano, 56 homicídios no interior do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. O massacre se repetiria com intensidade similar em Boa Vista, na Penitenciária Agrícola Monte Cristo, onde 33 morreram , e na Penitenciária de Alcaçuz, na Grande Natal, onde ao menos 26 foram mortos.

O contexto de confronto entre essas organizações criminosas, cujos expoentes são o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), permaneceu fora das prisões, elevando o número de assassinatos cometidos nas ruas em diversos Estados.

Mais de um ano depois dos assassinatos marcados pela crueldade, com decapitações e esquartejamentos, o jornal O Estado de S. Paulo constatou que a superlotação e as condições precárias ainda são uma realidade quase intocada nos presídios, em meio ao fortalecimento das facções e uma violência que só avança nas cidades.

Estados
O Rio Grande do Norte assumiu a liderança entre os Estados mais violentos do País, com uma taxa de 68 por 100 mil habitantes, seguido pelo Acre (63,9) e Ceará (59,1). As menores taxas foram constatadas em São Paulo (10,7), Santa Catarina (16,5) e Distrito Federal (18,2).

Outros crimes
Outros crimes também registraram alta. As mortes decorrentes de ações policiais chegaram a 5,1 mil, crescimento de 20% em relação a 2016. No período, 367 policiais foram mortos, queda de 4,9%. Os casos de estupros chegaram a 60 mil no País ao longo dos 12 meses de 2017, alta de 8,5% em relação a 2016. (Agência Estado)




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