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Publicada em 13/09/18 às 11:50h - 20 visualizações
Baixaria’ e ‘quase briga de rua’, diz Mourão sobre comentários de Ciro

Rádio Geração 3


Para o militar, a "baixaria" do adversário só interessa a "pessoas desesperadas"  (Foto: foto reprodução)
Em campanha em Londrina, o general Hamilton Mourão (PRTB), vice de Jair Bolsonaro (PSL), riu ao saber que o presidenciável Ciro Gomes (PDT) o chamou de “jumento de carga” nesta quarta-feira, 12, em sabatina do jornal “O Globo”. Durante encontro com ruralistas do Paraná, o candidato a vice-presidente, cuja chapa lidera as pesquisas de intenção de voto, afirmou que “Ciro Gomes falta um pouco com a educação”.

Mais cedo, ao saber dos comentários feitos pelo pedetista, o general havia dito que “isso é quase uma briga de rua, totalmente irracional”. Para o militar, a “baixaria” do adversário só interessa a “pessoas desesperadas”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF



Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli toma posse hoje (13) no cargo de presidente da Corte. A cerimônia de posse será às 17h, no plenário do Supremo. O ministro ficará no cargo pelos próximos dois anos. Ele irá suceder Cármen Lúcia.

Toffoli tem 50 anos e foi nomeado para o STF, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de chegar ao Supremo, o ministro foi advogado-geral da União e advogado de campanhas eleitorais do PT.

Perfil pacificador

O ministro é conhecido por evitar polêmicas e por ter um tom pacificador em suas decisões. De acordo com os colegas da Corte, o novo presidente fará um trabalho ligado à gestão administrativa do Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também comandará.

A partir da semana que vem, Toffoli comandará as primeiras sessões da Corte. Foram pautadas somente ações que tratam de licenciamento ambiental e ações de inconstitucionalidade contra leis estaduais.

A expectativa é de que pautas polêmicas não sejam julgadas antes das eleições de outubro. Segundo assessores próximos, o tribunal não deve julgar novamente a autorização para a execução de condenações criminais, fato que é defendido por advogados de condenados na Operação Lava Jato.

Para o ministro Gilmar Mendes, um dos integrantes da Corte que deram apoio inicial quando Toffoli chegou ao STF, o novo presidente poderá dar continuidade às políticas públicas do Judiciário.

“Eu tenho boa expectativa. O ministro Toffoli é muito voltado para a questão de gestão, dedicou-se a isso na AGU e também no TSE, tem um gabinete organizado, acho que fará uma boa gestão, tanto no Supremo como no CNJ. De alguma forma acho que para o Judiciário, na visão administrativa, o CNJ é até mais importante do que o Supremo, porque ele trata políticas judiciárias, define regulamentos do Judiciário como um todo, faz prioridades, portanto, acho importante ter um bom gestor à frente do CNJ para dar continuidade a políticas públicas que vem se desenvolvendo”, disse Mendes.

No mais recente balanço divulgado no final do ano passado, Toffoli informou que, em 8 anos, reduziu o acervo de seu gabinete em 77%. Quando chegou ao Supremo, o ministro tinha cerca de 11 mil processos em seu acervo. Atualmente, existem cerca de 2 mil






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